Gilles Deleuze
por Enrique Landgrave
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Árvore que venta

“Sou livre para o silêncio das formas e das cores”
   (Manoel de Barros)

Elisandro Rodrigues

No tempo que penso: brinco. Brincadeiras de colorir e inventar formas outras [de novos possíveis]. De ser malabarista de mim mesmo, jogando para o alto cores que se espalham ao cair no chão pintando mosaicos de silêncios e fl[d]ores. Brinco de ser livre correndo com os pés nas nuvens.
Vento para levantar as saias das meninas desavisadas, deixando as pernas encarnadas de poesia. [In]vento traquinagens feito meninomolequedeolhoscuriosos.
No silêncio penso no tempo que tenho para brincar.
  ÁRVORE QUE VENTA
Elisandro Rodrigues
                                                                    

NOS BROTOS DE 
                     UMA
                                   ÁRVORE
                     L
                 I
             N
            H
              A
                 S
                                   QUE
                    
                                DANÇAM
                                                
                                                  N
                                                        O
                         
                                                           SILÊNCIO

“Na poesia escrita [quem sabe na palavra escrita] um entre. Não uma placa com “neon” que quebra o silêncio preso ao azul[verde] dos olhos. Um entre que dança parado no ponto que não me reconheço. Uma fotografia que se movimenta de pés[descalços] no chão. Brotos que começam pelo meio. Um entre de linhas [de vidas] que se perdem [acham] nos muros cinzas de uma avenida movimentada. Corpos que dançam parados no meio da multidão. Riscos [linhas] de [in]visibilidade que [in]ventam um entre [pouco de possível].”
Elisandro Rodrigues

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