Gilles Deleuze
por Enrique Landgrave
... linhas de fuga - devir - imanência - repetição - singularidade - corpo sem órgãos - sentido - plano - multiplicidades - diferença - sensações - arte - máquinas desejantes - intensidades - máquinas de guerra fluxos - rizoma - abecedário - hecceidades - escrileituras - educação - vida - literatura - performance ...

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Gilles Deleuze - "Pli selon pli"


Gilles Deleuze: Uma felicidade estranha - Tradução e legendas por Rodrigo Lucheta & Renata Bergo Duarte

Assistam a um vídeo de intensidades!
Gilles Deleuze: "Uma felicidade estranha... por rodrigo-lucheta-1

EFFUFMT: Fluxos

Gilles Deleuze: Skate... e ... (tradução e legendas por Rodrigo Lucheta

Gilles Deleuze: Dois regimes de signos (tradução e legendas por Rodrigo Lucheta)

Gilles Deleuze: O que é o ato de criação? Tradução e Legendas de Rodrigo Lucheta


Gilles Deleuze - O que é o ato de criação... por rodrigo-lucheta-1

Gilles Deleuze: O andarilho, por Rodrigo Lucheta

O Anti-Édipo - Gilles Deleuze et Félix Guattari

 Il n'y a que du désir et du social, et rien d'autre.

Gilles Deleuze – Félix Guattari
L'Anti-Œdipe
Les éditions de Minuit (coll. « Critique »), Paris, 1972, 494 p.

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En 1972, Gilles Deleuze et Félix Guattari publient L'Anti-Œdipe, attaque en règle contre la psychanalyse freudienne. Gilles Deleuze (1925-1995) enseigne alors la philosphie à l'université de Vincennes, où il a été appelé par Michel Foucault. Après avoir publié plusieurs ouvrages sur l'histoire de la philosophie, il s'impose par la suite comme un créateur de concepts en marge des courants de pensée de l'époque.
Félix Guattari (1930-1992), psychiatre, après avoir été un élève de Jacques Lacan, critique les concepts de la psychanalyse traditionnelle. Dans L'Anti-Œdipe, Deleuze et Guattari développent l'idée selon laquelle l'homme est une "machine désirante". Le désir ne peut être vu comme un manque mais comme une "puissance d'agir". Il est, selon eux, vain de vouloir comprendre par des théories psychanalytiques (notamment celle du complexe d'Oedipe) les fluxs mécaniques qui le parcourent. L'ouvrage fait débat tant sur le fond que sur la forme adoptée: style polémique, emploi de termes familiers… Ils poursuivent par la suite leur collaboration, en publiant en 1980 le tome 2 intitulé Mille plateaux.
Deleuze et Guattari s'engagent politiquement en luttant en faveur des minorités. Ils fondent en 1987 la revue Chimères et publient en 1991 Qu'est-ce-que la philosophie ?. Si Guattari défend ici son point de vue, Deleuze refuse d'apparaître à la télévision afin d'argumenter sur sa propre pensée et se donne la mort le 3 novembre 1995 pour échapper à la déchéance physique.

Fonte:

"Achados" deleuzeanos via MySpace Vídeos (França)


deleuze 1



Rizomando...: O QUE É PENSAR? * - Deleuze



Texto publicado em:

Revista Cult » Deleuze, esquizoanalista

Revista Cult » Deleuze, esquizoanalista

A imanência uma vida - Gilles Deleuze

Deleuze, Gilles - A Imanência Uma Vida

Ensaio: Deleuze, a lei e a literatura

CORREA, M. D. C. Deleuze, a lei e a literatura. Prisma Jurídico, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 471-487, jul./...

Deleuze e o amor



Que bom quando alguém diz pra gente, você está doida, doida de amor... louquinha, doidinha, maluquinha!!! É assim que me desconstruo, que saio dos trilhos persecutórios onde o trem do sistema passa, formatando, aniquilando as sensações, despejando um falso juízo sobre nós mesmos, para mostrar que o que vale é a merda que ele destila. Mas eu não consigo ser atingida, porque sou uma lobanociopelavida.

Tânia Marques 27/02/2012

poema deleuzeano

Paul Klee, Highway and Byways (1929)
Oil on canvas, 32 5/8 x 26 3/8
Pensamento sem imagem
Anarquia mental
Libertação total
de paradigmas territoriais
Palavras, textos, obras
falando por si só
a estética do nonsense
para dar significado
àquilo que nos amarra
que aprisiona as nossas singularidades
Nasce um poema deleuzeano
longe do lugar-comum
pois a criação
é uma nova possibilidade
de vida não-fascista
sem rótulos
sem marcas
sem estéticas corrompidas
o imprevisível
o intempestivo
surgindo para engendrar
uma beleza que não esteja subjugada ao poder
Milhões de incertezas brotando
Para fazer a diferença das diferenças
Luta filosófica ferrenha
entre palavras e sentidos
Eis um poema deleuzeano...

Tânia Marques 12/07/09

Filosofia, ciência e arte

"Filosofia, ciência e arte são planos irredutíveis, mas podem ser explorados segundo uma mesma estratégia; às três instâncias da instauração filosófica, corresponderão instâncias simétricas da instauração artística e científica: 'plano de imanência da filosofia, plano de composição da arte, plano de referência ou de coordenação da ciência; forma do conceito, força da sensação, função de conhecimento; conceitos e personagens conceituais, sensações e figuras estéticas, funções e observadores parciais'."

Bento Prado Jr. (Tradutor)

Fonte:
http://pt.scribd.com/doc/6985818/Gilles-Deleuze-Felix-Guattari-O-QUE-E-FILOSOFIA
O que é Filosofia? Gilles Deleuze e Felix Guattari
Fonte da imagem:

Gilles Deleuze – Una vida filosófica
gambiarre.org
 

Íntegra: Deleuze e música – Sílvio Ferraz » cpfl cultura

Íntegra: Deleuze e música – Silvio Ferraz » cpfl cultura

diferença e repetição - gilles deleuze - por andresa nix

Le Voyageur - Guitarra de Richard Pinhas, voz de Gilles Deleuze, texto de Friedrich Nietzsche.

Le Voyageur"
music by Schizo
featuring
Richard Pinhas - guitar
and Gilles Deleuze - voice
Nietzsche writing recited by Deleuze:
He who has attained the freedom of reason to any extent cannot, for a long time, regard himself otherwise than as a wanderer on the face of the earth - and not even as a traveller towards a final goal, for there is no such thing. But he certainly wants to observe and keep his eyes open to whatever actually happens in the world; therefore he cannot attach his heart too firmly to anything individual; he must have in himself something wandering that takes pleasure in change and transitoriness." --from The Wanderer, in the first volume of Nietzsche's Human, All Too Human.
Full line up of musicians:
- Richard Pinhas / AKS synthesizers, 1957 Gibson Les Paul guitar
- George Grunblatt / VCS3 synthesizers
- Patrick Gauthier / piano, VCS3 synthesizers
- Coco Roussel / drums
- Pierrot Roussel / bass guitar
- Gilles Deleuze / vocals

Francis Bacon: lógica da sensação - Resenha

Francis Bacon: lógica da sensação

Em análise detalhada da obra de um dos maiores pintores contemporâneos - o irlandês Francis Bacon (1909-1992) -, Gilles Deleuze (1925-1995) aborda a questão: como escapar da representação na pintura? Aproximando sua obra à de Cézanne, Deleuze aponta um fio condutor: pintar a sensação. Entendendo sensação como "o que passa de uma ordem a outra, de um nível a outro, de um domínio a outro", como agente de deformações do corpo - diferentemente da atuação das artes figurativa e abstrata, que ocorre diretamente no cérebro, sem acesso à sensação - a arte de Bacon atua nas diferentes "ordens de sensação". Através de deformações, Bacon testemunha a "ação de forças invisíveis sobre o corpo", em espasmos como o encontrado no tríptico de 1973, incute ritmo à sensação visual, promovendo intensidades que tocam os sentidos por amplitudes, atingindo o "corpo sem órgãos" - descrito por Artaud - via vibração. "... quando a sensação atinge o corpo através do organismo, adquire um caráter excessivo e espasmódico, rompendo os limites da atividade orgânica. Em plena carne, ela age diretamente sobre a onda nervosa ou a emoção vital". Não se trata de apontar elementos visuais apenas, ou que toquem um sentido, uma parte do corpo, ou o organismo. Trata-se de uma intensidade tal que reverbera por todo o corpo, um corpo sem órgãos, e que o toca em sua totalidade e movimento, afetando-o em sua vibração, por todos os sentidos, atingindo o sistema nervoso, provocando a afecção da sensação. Aproximando Bacon de Artaud, Kafka, Beckett, Pierce, entre outros, Deleuze apresenta elementos de seu próprio pensamento entre conceitos que se constituem por perceptos e afectos. A cuidadosa tradução da equipe coordenada por Roberto Machado (UFRJ), permite ao leitor o acesso a um texto que provoca as intensidades, os movimentos, as sensações, tal qual a obra que analisa.
DADOS:
Título: Francis Bacon: Lógica da sensação
Autor: Gilles Deleuze
Equipe de Tradução: Roberto Machado (coord.)
Ano: 2007
Editora: Zahar
Páginas: 183
ISBN: 978-85-378-0025-6

Responsável: Monica Aiub
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